A Banalização do Mal.

Por Michel Aires de Souza

Fotos-Africa-1Eu estou depressivo(…) sem telefone(…) dinheiro para o aluguel(…) dinheiro para o sustento de criança(…) dinheiro para dívidas(…) dinheiro!(…) Eu estou sendo perseguido pela viva memória de matanças, cadáveres, cólera e dor(…) pela criança faminta ou ferida(…) pelos homens loucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policial, assassinos(…)                                

Trecho da carta de suicídio de Kevin Carter

                 Este  trecho é de uma carta de suicídio do fotógrafo  sul-africano Kevin Carter(1960-1994) ganhador do premio Pulitzer em 1994. Ele fotografou uma criança faminta, sem forças, rastejando para um campo de alimentação,  há um quilômetro dali.  Ao lado um urubu   observa e espera  a morte da criança  para poder devorá-la,  como  se  já soubesse apriori   e esperasse  a morte chegar. Carter observou durante vinte minutos, achando que o urubu fosse embora, como não foi, espantou-o e saiu rapidamente dali. Nesta atitude está todo o peso de seu sofrimento e suicídio. Ele se culpou por não tê-la salvo e refletiu sobre si mesmo naquela cena: “um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento de sofrimento dela, talvez também seja um predador, outro urubu na cena”.

           Por que Carter não a salvou? O que ele pensava?  Qual era sua preocupação?  Com um pouco de reflexão podemos entender por que razão ele não a salvou.     Todos nós, filhos da modernidade, somos espectadores de uma experiência empobrecedora que melhor se conceitua como guerra, fome, miséria, repressão e barbárie.  No mundo moderno o mal se tornou comum, é parte da cena cotidiana.  O mal se banalizou. Tornamo-nos insensíveis a desgraça alheia.  Carter, como fotógrafo, acostumou-se a captar o cinéreo, o claustro e o frívolo em suas fotografias.   Acostumou-se a experimentar o mal. Mas pagou um preço alto pela banalização do mal. Quando refletiu sobre a cena,  sentiu náusea,  culpa,  remorso. Suicidou-se.  Foi o preço que ele pagou por sua falta de piedade. Digo piedade, pois é por meio desse conceito que podemos entender Carter. 

             Segundo Rousseau o que diferencia o homem do animal é o fato de ele ser um “agente livre”.  Do ponto de vista moral, ao contrário dos  animais, que seguem as regras da natureza, o homem é dotado de vontade  e tem consciência de sua liberdade. Ele pode fazer escolhas, não se limitando as regras prescritas pela natureza.  O homem é um ser moral, dotado de vontade e de livre arbítrio.  Carter teve que fazer uma escolha moral, salvar ou não salvar aquela criança?  Ele não a salvou, deixou-a aos urubus.  Mas por quê?  O que ele temia? Não sabia que ela ia morrer?  Será que faltou piedade a Carter? 

             A principal  característica  que   diferencia o homem do animal, segundo Rousseau,  e que foi responsável  por  torná-lo  bom e sociável,  é a piedade, entendida como uma “repugnância inata de ver sofrer seu semelhante”.    Parece-me que Carter não experimentou esse sentimento.    Sua piedade falhou?  Mas por que ela falhou? Por que ele não sentiu piedade naquele momento?

        A falta de piedade no momento da cena tem uma explicação filosófica. Segundo Theodor Adorno, um dos maiores filósofos do século XX, a principal característica da sociedade de massas não é somente a perda da individualidade, mas a perda da sensibilidade, ou seja, a insensibilidade do homem moderno. Somos herdeiros da apatia burguesa. O homem moderno vai ficando apático aos acontecimentos até se tornar completamente insensível. Ele é convidado a nada mais que compartilhar da experiência brutal e uniforme da modernidade. O progresso técnico e científico em vez de criar um mundo de receptividade e fruição do prazer só gerou a opressão, a miséria e o sofrimento. Nos acostumamos a esse estado de coisas. É a completa reificação do homem.  Todos os dias nos deparamos com mendigos, violência nas ruas, favelas, injustiças, pobreza, fome até nos tornarmos insensíveis ao sofrimento alheio. Essa é uma característica de nossa sociedade de massas.

          Outro fator que asseveramos é o amor próprio.  Para Rousseau é por causa de seu amor-próprio, gerado pela reflexão, que o homem é capaz de pensar primeiro em si e, vendo sofrer seu semelhante, dizer “Morre, se queres; estou em segurança”.  Em seu amor próprio o homem contemporâneo perdeu este sentimento natural de piedade na medida em que o mal tornou-se uma característica da experiência moderna. Dessa forma Carter, como um típico homem moderno, perdeu esse sentimento se acostumando à barbárie de nossa época.          

            Para Rousseau o homem só se tornou homem, ou seja, tornou-se humano pela piedade.  A piedade é um sentimento natural presente em todos os homens. Dessa virtude natural é que resultam as virtudes sociais como  a generosidade, a clemência, a bondade, a benquerença.  É a piedade que nos leva “sem reflexão em socorro daqueles que vemos sofrer; é ela que, no estado de natureza, faz as vezes de lei, de costume e de virtude, com a vantagem de que ninguém é tentado a desobedecer a sua doce voz; é ela que impede todo selvagem robusto de arrebatar a uma criança fraca ou  a um velho enfermo sua subsistência adquirida com sacrifício, se ele mesmo espera poder encontrar a sua alhures; é ela que,  em vez desta máxima sublime de justiça raciocinada, ‘faça a outrem o que queres que te façam, inspira a todos os homens esta outra máxima de bondade natural, bem menos perfeita, porém mais útil, talvez, do que a precedente: faze o teu bem com o menor mal possível a outrem” ¹

1 Rousseau, J Discurso sobre a origem  da desigualdade entre os homens.

19 comentários em “A Banalização do Mal.

  1. Olá !!
    Quero parabenizar-lhe pelo blog e dizer que 90% do que sei sobre filosofia e psicologia é através de suas palavras e de suas aulas q acompanho por uma amiga minha minha que adora suas aulas !
    Parabens e Obrigada por compartilhar ideias tao boas !

    Um abraço !

  2. Interessante reflexão, obrigado. Tenho, no entanto, as minhas dúvidas em relação ao caráter “moderno” da falta de piedade. Não creio que seja uma inovação da sociedade de massas. Um olhar sobre a antropologia poderia ser útil nesta reflexão. Isto é, não sei se as sociedades primitivas ou pré-urbanas (que ainda hoje existem, algumas delas) são moralmente mais recomendáveis… Não digo que as sociedades modernas não tenham dilemas éticos terríveis para resolver, claro que têm, mas há que ver as coisas em perspectiva. O mito do bom selvagem não passa disso, de um mito.

  3. talvez se esteja olhando a atitude de Carter e o desfecho a culminar com sua depressão por um prisma mais crítico do que introspectivo, e, talvez, se esteja sofisticando demais as razões. Entremos em sua alma naquele momento, tenhamos em nós as suas motivações, desde as práticas(seu trabalho a aflorar naquele momento como seu destino) e a curiosidade de observar(e registrar, no seu caso) uma cena sem modificá-la com alguma interferência. Ele era o fotógrafo ali. Cumpriu o seu papel (O julgamento de bem ou mal, fica por conta da consciência).
    E foi a sua consciência é que o maltratou depois. Poderia ter abdicado da oportunidade da profissão e ser o salvador(talvez) daquela pobre criança. Foi uma escolha que fez e não suportou os desalinhos das suas consequências e as reviravoltas interiores que provocaram.
    O conflito de Carter (‘podia tê-la salvo!’) mostra, a meu ver, que o homem ñ perdeu completamente a piedade.
    Se eu fosse próximo de Carter, quando da sua depressão, dir-lhe-ia apenas: “a criança teria morrido em seus braços, caro amigo. Não fostes tu quem a matarsa.Enxerga isso, ou , serás impiedoso contigo mesmo.”

    1. Olá Ronilson,

      Não há desculpas para Carter. A criança provavelmente não teria morrido em seus braços como você afirma. A foto apenas mostra uma criança fraca, desnutrida, indefesa e faminta que morreria se não fosse salva. Fotografar apenas porque era seu trabalho não é um bom argumento. Não sou eu que o condena, mas o mundo. O que ele fez é crueldade.

      abraços
      Michel

  4. parabens pela reflexão. Gostei muito do relato fiquei muito emocionada pelo relato tenho certerza que qualquer um que lê irá gostar, pois está, maravilhosso………..

  5. O seu texto me parece mais um julgamento do que uma reflexão. Texto bem elaborado, mas muito tendencioso.

    1. Prezada Luciene,

      Não existe neutralidade em questões morais, o meu texto é uma reflexão que problematiza o motivo de Carter não ter salvo aquela criança. Neste fato particular há uma tendência universal, ou seja, a de que o homem moderno tornou-se insensível à desgraça alheia. O mal se banalizou.

      Abraços
      Michel

      1. Concordo o mal esta banalizado e se ele ajudasse a criança teria feito a diferença mas a indiferença e omissao e triste no ser humano .

      2. O MAL NÃO É BANAL :É ANIMAL E ESTA EM TODOS NÓS. TEMOS QUE LIDAR SABIAMENTE COM ESTA FORÇA QUE NOS LEGOU A EXPERIÊNCIA DA EVOLUÇÃO HUMANA.ONDE ESTA SUA PIEDADE FILOSÓFICA SUA AGORA QUE MORREM MILHARES DE CRIANÇAS NA ÁFRICA DE FOME???. VOCÊ TAMBÉM É PARTE DA SOMBRA HUMANA. FALTA RESIDÊNCIAS MÉDICAS NO BRASIL, SITUAÇÃO MANTIDA POR INTERESSES DE UMA ÉTICA CAPITALISTA. A MENINA FOI AJUDADA???ONDE ESTAVA A ONU???[DIREITO DE TRAZER CRIANÇAS DE OUTROS PAÍSES PARA UM POBRE FOTOGRAFO DEPRIMIDO É MUITO RESTRITA] CARTER ERA PÁSSARO FERIDO DE JUNG, VIU O ASSASSINATO DE MILHARES DE NEGROS PELA POLÍTICA ASSASSINA DO APARTHAID. APARTHAID APOIADO PELOS EUA , E MUITOS PAÍSES DE PRIMEIRO MUNDO.COLOCAR A CULPA NO BODE ESPIATORIO, SOLUÇÃO DE DERROTADOS PELA MAGNITUDE DOS DESAFIOS MODERNOS. PARECE ADEQUADO A FILOSOFIA DO VELHO TESTAMENTO, SERÁ ADEQUADO HOJE???. PIEDADE??? O POBRE CARTER NÃO AGUENTOU TANTA INJUSTIÇA E MORREU.FALTA ESGOTOS MODERNOS EM TODAS CIDADES DO BRASIL{ONDE ESTA VOCÊ MINHA SOMBRA OLAVO???}JOGAMOS MILHARES DE TONELADAS DE FEZES NOS RIOS. A CAMINHADA DO HERÓI HÉRCULES DA FILOSOFIA INTERPRETATIVA DO MITO DO HERÓI, A DIREITA NOS LEGOU UM BRASIL EM CRISES, RASGOU A CONSTITUIÇÃO MATOU A VONTADE AMARILDOS. NOS RESTOU UM PAIS VIOLENTO…CABE MAIS GENTE NO MUNDO ATÉ QUANDO???AO CARTER:SUA ARMA A FOTO. QUE BOM ATÉ HOJE PODEMOS REFLETIR. SERÁ A EXPERIÊNCIA MODERNA ACUSAR, CULPAR QUEM NADA PODIA FAZER. DAI A PERGUNTA FILOSÓFICA ONDE ESTA DEUS QUE PERMITE TANTA INFÂMIA.COMO AGIR QUANDO DEUS ESTA MORTO????MATAR O CARTER COM PALAVRAS ME PARECE UM POUCO FILOSOFICAMENTE FALANDO:HIPOCRISIA DE SEPULCROS CAIADOS.

  6. antes de ser fotografo, ela era um ser humano! e deveria ter agido como um! sua omisão pode ter causado a morte da criança, ou não! tambem se comete atos por omissão! uma omisão de educar quando se pode fazer! monstar o caminho quandos e pode fazer!
    não acho que a crueldade esta banalizada! viver esta banalizado! as pessoas estão sobrevivendo e não vivendo! viver é um negocio muito mais bacana! se me perguntassem:
    se preferia não ter ganho o premio e salvado a criança? me sentirira mais feliz e realizado por salvar a criança!

  7. Aprecio seus estudos, mas neste caso seu parecer é tendencioso, culpabiliza e julga, sem conhecimento mais profundo da questão. Esta criança só veio a falecer quatro anos depois de feita esta foto, em sua aldeia e nos braços de seu pai, como acontece até hoje na Africa e nos lugarejos miseráveis do Brasil também. Não podia o fotógrafo salvar a criança simplesmente tomando-a nos braços e raptando-a de seu país e de seus pais, existem as autoridades, o necessidade de visto para viagem, as normas para a adoção, etc… Quem matou esta criança assim como muitas ainda hoje é a indiferença dos governantes somada ao comodismo dos que sentados em seus lares comodamente confabulam, julgam, mas nada fazem de concreto nem pela criança de seu próprio bairro… Sugiro que investigue mais a História antes de condenar uma pessoa, que com seu árduo trabalho trouxe ao mundo mais informação sobre o que nele se passa e muitos teimam em não ver. Abraços, Zenn Bell

    1. Olá Zenn,

      Primeiramente, eu não disse que a criança morreu; segundo, independente da criança estar viva ou não seu argumento não condiz com a realidade. A criança estava sem forças tentando chegar a um campo de alimentação e o urubu estava espreitando-a, esperando-a morrer. Carter não a pegou e levou para alimentá-la. Ele não fez absolutamente nada, largou-a aos urubus. Ele mesmo criticou duramente sua atitude: “um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento de sofrimento dela talvez também seja um predador, outro urubu na cena.”.Terceiro, a primeira atitude de Carter foi vender a fotografia para o New York Times e, um tempo depois, receber os 10.000 dólares do prêmio Pulitzer.Quarto, ele se suicidou, pois sentiu-se culpado.
      Quinto, o caso de Carter é isolado, o objetivo do meu texto na verdade foi demonstrar que o homem moderno tornou-se insensível, o mal se banalizou.

  8. É realmente uma situação deveras problematica. Assisto todos os dias os jornais na tv, e vejo a barbaria cometida pelos homens, e vejo pela minha janela, os bares e pé inchado do meu bairro, Ninguem se incomoda com o sofrimento alheio, a preocupacões deles é: Futebol, mulheres, e samba,E me pergunto? Devo sofrer pelos meus semelhantes? Adianta ir la e conversar sobre assuntos realmente sérios, assuntos que eles estão pouco se lichando, talves ate me agridem, por falar sobre assuntos sérios.Sem duvidas, comento com os mais chegados sobre a situação do mundo. Na rua em que moro, vejo diversas meninas acima de 13 anos, já maes, Va eu falar para tomarem mais cuidado. Não vão me ouvir, lamentávelmente! Sabe o que descobri? TENHO UMA VIDA PARA VIVER, È MINHA e lamento o que ocorre no mundo, se dependece de mim, seria muito diferente.Tenho 65 anos, nunca tive problema com a lei, pago todas as minhas contas em dia, compro aquilo que posso e SE o meu salário dá.
    Os meus livros de cabeceira são: A CONSTITUIÇÂO DO BRASIL, E O CÓDIGO CIVIL.
    Se posso ajudar, ajudo se não posso ajudar, não ajudo. ponto final.É tudo que posso fazer.
    O seu texto é magnifico. PARABENS.
    14/06/2012, as 18,30 Rio de Janeiro. Brasil.

  9. Kevin Carter foi um heroi durante toda a guerra da democracia sul africana,sua foto falou:-POVO DO MUNDO VOCES ESTÃO MATANDO MILHARES DE PESSOAS DO MUNDO…AI AS PESSOAS CAIRAM EM CIMA DELE COMO SE ELE FOSSE O ESPELHO FREUDIANO ONDE SE REFLETIA A IMAGEM CRUEL DE TODOS NÓS…DEPOIS DISTO TEVE RUANDA TUTSIS CONTRA HUTUS E NINGUÉM FEZ NADA.PEÇO PERDÃO AO KELVIM QUE COM SUA ARMA A FOTO ACORDOU O MUNDO.MAS OS ESTADOS UNIDOS NÃO PODIAM ASSUMIR QUE SEGURARAM O APARTHEID,SEGURARAM A UNITA E SEUS MASSACRES,SEGURARARAM A BATALHA DE CUITO CUNAVALE EM QUE A AFRICA DO SUL VIU QUE SERIA DERROTADA MILITARMENTE..KELVIM SOFRIA ,ESTAVA FAMINTO DE AJUDA,ESTAVA IMPLORANDO AJUDA,O MUNDO NÃO O HOSPITALIZOU,APENAS LHE DERAM O PULITZER…MAS NÃO O SALVARAM,COMO NÃO SALVARAM A MENINA QUE MORREU DE FOME,E AO MORRER LEVOU A ALMA DE KELVIM CARTER JUNTO..ONDE ESTAVAM VOCES QUANDO OS ZULUS MATAVAM XOSAS COM ARMAS DADAS PELOS RACISTAS???PEÇO A KELVIM CARTER MEU AJOELHADO PEDIDO DE PERDÃO PELA IRRACIONALIDADE DA CULPA…CULPA SÓ A DOS OUTROS…PELA MINHA CULPA DE NÃO TER PODIDO SALVA-LO…

  10. Para aqueles que entendem ter agido o fotógrafo “naturalmente”, sugiro lerem a parábola do Samaritano em lucas, capítulo 10 à partir do versículo 30.

    Flávio.

    1. Creio ke carter poderia ter salvo a criança e ainda assim usar a foto para demonstrar a realidade assustadora em ke se encontrou.
      O argumento e algumas pessoas que comentaram por si só usam conceitos de banalizaçao do mal em nossa sociedade.
      Nao ha desculpas para o ato de carter,pois qualquer pessoa dotada de sentimentos pensaria na criança e acupa na existiria se ele tivesse ao menos tentado salva-la.

  11. A FOME DA ÁFRICA CONTINUA, SEJA PARA DOMINAR NAÇÕES NÃO CRISTÃS(GENOCÍDIO RELIGIOSO) SEJA PARA IMPEDIR QUE O POVO USE ANTI CONCEPCIONAIS E CAMISINHAS PROIBIDOS POR UMA IGREJA MULTINACIONAL DE PADRES MACHISTAS QUE IMPEDEM FREIRAS DE CELEBRAR MISSAS.O DOMINIO ECONÔMICO IMPEDINDO SOCIEDADES NEGRAS TEREM SUCESSO ECONÔMICO POIS SÃO DE TENDÊNCIA SOCIALISTAS((GENOCÍDIO GUERRA FRIA))EGITO SUPER POPULOSO SEM COMO ALIMENTAR SUA POPULAÇÃO. COMER MACACOS PARA MATAR A FOME DE ONDE VEIO A AIDS.MALÁRIA SENDO MANTIDA COMO CONTROLE DE NATALIDADE.ASSISTAM O FILME REPORTERES DE GUERRA E VERÃO UM KELVIM MAIS HUMANO, NO MEIO DE PODERES MAIORES QUE a razão dos filósofos gregos.AI JULGUEM A VOCÊS MESMOS QUE NADA FAZEM PELA FOME CRIMINOSA DA ÁFRICA , NEM TEM PODER PARA ENFRENTAR A NSA QUE MANTÉM A ÁFRICA NA MISÉRIA COMO CONTROLE DE PODER AFRICANO.VOCÊS TEM FORÇA PARA MUDAR A ENDÊMICA IGREJA CATÓLICA E SEU PODER NA ÁFRICA???NÃO APENAS AS MUDANÇAS SE FAZEM DEVAGAR E MUITOS QUE TENTARAM INTERVIR FORAM FUZILADOS ATÉ MESMO PELA LEGIÃO ESTRANGEIRA DA FRANÇA. ASSASSINATO DE MOBUTO, ETC..

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